Ruptura Uterina: Reconhecendo Sinais em Pacientes de Risco

Santa Casa de São Paulo - ISCMSP/FCMSCSP (SP) — Prova 2019

Enunciado

Uma secundigesta com cesariana anterior internada com 36 semanas foi encaminhada para indução de parto devido a oligoâmnio. Foi realizada a dilatação do colo com sonda de Foley, seguida da administração de ocitocina, quando da expulsão da sonda, momento em que o colo era pérvio para 3 cm e ocorreu a ruptura das membranas espontaneamente. A dilatação evoluiu então para total em quatro horas. Nesse momento, já com a apresentação em +2 de DeLee, a paciente foi colocada em posição ginecológica e solicitou-se que realizasse puxos. Após dez minutos nessa condição, não era possível notar a presença de contrações uterinas, a apresentação encontrava-se em +1 de DeLee e havia sangramento vaginal, dor abdominal e bradicardia fetal (60 bpm). Nesse caso hipotético, o diagnóstico mais provável é de

Alternativas

  1. A) ruptura da vasa prévia.
  2. B) ruptura de seio marginal.
  3. C) descolamento prematuro de placenta.
  4. D) ruptura uterina.
  5. E) prolapso de cordão.

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