RPM a Termo: Indução do Parto para Reduzir Riscos de Infecção

Centro Universitário Multivix Vitória — Prova 2025

Enunciado

Uma gestante de 36 anos, G3P2, com 39 semanas de gestação, apresenta ruptura prematura de membranas (RPM) há 14 horas. Durante a admissão, não há sinais de infecção, e o bem-estar fetal é confirmado por cardiotocografia. A gestante apresenta contrações irregulares, referindo dor moderada e manifesta preocupação com a progressão do trabalho de parto. Qual a melhor conduta para este caso?

Alternativas

  1. A) Adotar uma abordagem expectante, com monitoramento clínico regular, retardando qualquer intervenção até sinais claros de trabalho de parto ativo.
  2. B) Realizar amniotomia associada à infusão de líquidos intravenosos, garantindo hidratação adequada para acelerar o trabalho de parto.
  3. C) Administrar ocitocina para induzir o trabalho de parto imediatamente, associada a analgesia epidural precoce para alívio da dor.
  4. D) Optar pela hospitalização para monitoramento contínuo e iniciar conduta ativa para indução do trabalho de parto, respeitando a vontade da gestante.

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