Ruptura Extraperitoneal da Bexiga: Manejo Conservador

HIAE/Einstein - Hospital Israelita Albert Einstein (SP) — Prova 2020

Enunciado

Uma mulher de 30 anos, passageira do banco da frente, foi vítima de colisão frontal de carro. Estava usando cinto de segurança. Chega ao pronto-socorro em condições de estabilidade ventilatória e circulatória, com Glasgow 15. O FAST (focused assessment with sonography for trauma) é negativo. Tem pequena fratura do ramo isquiático direito e discreta disjunção da sínfise púbica, vistas na radiografia de pelve. Ao urinar espontaneamente, foi observada hematúria macroscópica. A cistografia mostrou ruptura extraperitoneal da bexiga, sem envolvimento do trígono vesical. Não se diagnosticou nenhuma outra lesão. Tratamento, em condições ideais:

Alternativas

  1. A) Antibioticoterapia e observação.
  2. B) Cistostomia por punção.
  3. C) Sondagem vesical com Foley, por, pelo menos, 10 dias.
  4. D) Laparotomia para reparo primário da lesão de bexiga.
  5. E) Laparoscopia para reparo da lesão vesical.

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