HRD - Hospital Rio Doce - Linhares (ES) — Prova 2020
Em relação à rubéola na gravidez, assinale a alternativa INCORRETA:
Rubéola → transmissão horizontal é a principal, danos fetais são difusos, não localizados.
A principal forma de transmissão da rubéola é horizontal (gotículas respiratórias), e não vertical. Além disso, os danos ao feto na Síndrome da Rubéola Congênita são resultado de uma infecção viral disseminada, causando lesões difusas e múltiplas malformações, e não lesões intensas e bem localizadas.
A rubéola é uma doença infecciosa aguda causada por um RNA-vírus da família Togaviridae. Embora geralmente benigna em crianças e adultos, a infecção durante a gravidez, especialmente no primeiro trimestre, pode ter consequências devastadoras para o feto, resultando na Síndrome da Rubéola Congênita (SRC). A prevenção através da vacinação é a estratégia mais eficaz para evitar a SRC. A transmissão da rubéola ocorre principalmente de forma horizontal, por meio de gotículas respiratórias de pessoas infectadas. A transmissão vertical, da mãe para o feto, é o mecanismo que leva à SRC. Os sintomas prodrômicos são inespecíficos, e o exantema é maculopapular fino, muitas vezes difícil de diferenciar clinicamente de outros exantemas virais, o que ressalta a importância da confirmação laboratorial. Os mecanismos de danos ao feto na SRC não são por lesões intensas e bem localizadas, mas sim por uma infecção viral disseminada que afeta múltiplos órgãos e sistemas em desenvolvimento, levando a malformações congênitas difusas e persistentes. As manifestações incluem defeitos cardíacos, oculares (catarata, glaucoma), auditivos (surdez neurossensorial) e neurológicos. A vacinação de mulheres em idade fértil e a triagem sorológica pré-gestacional são cruciais para a prevenção da SRC.
A principal forma de transmissão da rubéola é horizontal, através de gotículas respiratórias de pessoas infectadas, especialmente em ambientes fechados. A transmissão vertical ocorre da mãe para o feto.
A rubéola congênita pode causar uma série de malformações e danos difusos ao feto, incluindo defeitos cardíacos (persistência do canal arterial, estenose da artéria pulmonar), catarata, glaucoma, surdez neurossensorial, microcefalia e retardo mental.
O diagnóstico clínico da rubéola é desafiador devido à inespecificidade dos sintomas prodrômicos e à semelhança do exantema maculopapular fino com outras doenças virais exantemáticas, exigindo confirmação laboratorial.
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