Fundhacre - Fundação Hospital Estadual do Acre — Prova 2021
A rubéola congênita NÃO está associada a complicação abaixo:
Rubéola congênita: tríade clássica (catarata, cardiopatia, surdez). Pancreatite NÃO é complicação típica.
A síndrome da rubéola congênita é classicamente associada a uma tríade de malformações: defeitos oculares (catarata, glaucoma), defeitos cardíacos (persistência do canal arterial, estenose da artéria pulmonar) e surdez neurossensorial. Pancreatite não é uma complicação típica ou reconhecida da rubéola congênita.
A rubéola congênita é uma condição grave que resulta da infecção materna pelo vírus da rubéola durante a gravidez, especialmente no primeiro trimestre. Essa infecção pode levar a uma série de malformações e deficiências no feto, coletivamente conhecidas como Síndrome da Rubéola Congênita (SRC). A SRC é uma das infecções do complexo TORCH (Toxoplasmose, Outros, Rubéola, Citomegalovírus, Herpes) e tem um impacto significativo na saúde pública. As manifestações clínicas da SRC são variadas, mas a tríade clássica inclui defeitos oculares (catarata, glaucoma, retinopatia), defeitos cardíacos (persistência do canal arterial, estenose da artéria pulmonar, defeitos septais) e surdez neurossensorial. Além disso, podem ocorrer microcefalia, retardo do crescimento intrauterino, hepatosplenomegalia, trombocitopenia e atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. A pancreatite, no entanto, não é uma complicação tipicamente associada à rubéola congênita. Para residentes, é fundamental reconhecer o espectro de complicações da SRC para um diagnóstico e manejo adequados. A prevenção é a chave, e a vacinação pré-concepcional de mulheres em idade fértil é a medida mais eficaz para erradicar a rubéola congênita, destacando a importância da imunização no calendário vacinal.
A tríade clássica da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) inclui defeitos oculares (como catarata e glaucoma), defeitos cardíacos (como persistência do canal arterial e estenose da artéria pulmonar) e surdez neurossensorial. Outras manifestações podem ocorrer, mas esses são os mais característicos.
A infecção por rubéola é mais perigosa para o feto quando ocorre no primeiro trimestre da gestação, especialmente nas primeiras 12 semanas. Nesse período, o risco de malformações congênitas graves é maior, diminuindo significativamente após a 16ª semana.
A rubéola congênita é prevenida principalmente pela vacinação de mulheres em idade fértil com a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) antes da gravidez. É crucial que as mulheres estejam imunes à rubéola antes de engravidar para proteger o feto.
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