Conforme a Diretriz nacional de assistência ao parto normal do Ministério da Saúde - 2016, nos casos de rotura prematura de membranas (rupreme) no termo, orienta-se:
Alternativas
A) Realizar toque vaginal com luva estéril após o exame especular, mesmo na ausência de contrações.
B) Explicar à paciente que o risco de infecção neonatal grave é 1%, comparado a 0,5% nas mulheres com membranas intactas.
C) Explicar à paciente que apenas 20% das mulheres entram em trabalho de parto nas primeiras 24 horas, por isso provavelmente haverá necessidade de indução do parto.
D) A conduta expectante no termo está proscrita após 24 horas de amniorrexe prematura.
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