ENARE/ENAMED — Prova 2026
Primigesta de 28 anos, com 33 semanas de gestação, pré-natal de risco habitual, chega ao pronto-atendimento obstétrico relatando saída de líquido claro pela vagina há cerca de 2 horas. Ao exame físico, sinais vitais normais, tônus uterino normal, não há presença de contrações, altura uterina é compatível com a idade gestacional, movimentos fetais presentes e frequência cardíaca fetal de 140 bpm. Ao exame especular, nota-se saída de líquido amniótico claro pelo orifício externo do colo uterino. Após a prescrição de antibiótico e corticoterapia antenatal, a conduta adequada a ser adotada é prescrever
RPM pré-termo (32-33+6s) → Conduta = Internação, corticoide, antibiótico, monitoramento materno-fetal diário.
Na Rotura Prematura de Membranas Pré-Termo (RPMPT) entre 32 e 33 semanas e 6 dias, a conduta é expectante e conservadora, visando prolongar a gestação com segurança. Isso inclui internação hospitalar, antibioticoterapia para profilaxia de infecção e corticoterapia antenatal para maturação pulmonar fetal, além de monitoramento rigoroso materno-fetal.
A Rotura Prematura de Membranas Pré-Termo (RPMPT) é definida como a rotura das membranas amnióticas antes do início do trabalho de parto e antes de 37 semanas de gestação. A conduta varia conforme a idade gestacional. Em gestações entre 32 e 33 semanas e 6 dias, sem sinais de infecção ou sofrimento fetal, o manejo é conservador e expectante. Este manejo inclui a internação hospitalar para observação rigorosa, administração de corticoide antenatal para acelerar a maturação pulmonar fetal e antibioticoterapia profilática para reduzir o risco de infecção materna e neonatal. O monitoramento materno-fetal diário é essencial para identificar precocemente complicações como corioamnionite ou sofrimento fetal, que indicariam a necessidade de interrupção da gestação.
A conduta inicial é internação hospitalar, antibioticoterapia, corticoterapia antenatal e monitoramento materno-fetal diário.
A indução imediata é evitada para permitir a maturação pulmonar fetal com corticoide, desde que não haja sinais de infecção ou sofrimento fetal.
Os principais riscos são prematuridade, infecção (corioamnionite, sepse neonatal) e prolapso de cordão umbilical.
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