Rotura Prematura de Membranas: Fatores de Risco e Causas

HSM - Hospital Santa Marta (DF) — Prova 2021

Enunciado

Uma paciente realizou seis consultas de pré-natal, com cultura de urina Streptoccocus agalactiae sensível à ampicilina tratada com 16 semanas. No momento, com 32 semanas bem datada por ultrassonografia precoce, iniciou com perda de líquido claro sem grumos há três horas da admissão no pronto-socorro, sem dor ou enrijecimento abdominal, sem sangramento vaginal, com movimentação fetal presente.Acerca do caso clínico apresentado, assinale a alternativa correta.

Alternativas

  1. A) As causas mais relacionadas à rotura prematura de membranas são infecção dentária, diabetes mellitus e infecção do trato urinário.
  2. B) A paciente deve ser internada, iniciado corticoterapia para amadurecimento pulmonar fetal, colhido cultura estreptococo grupo B e programada interrupção com 34 semanas.
  3. C) As pacientes com bolsa rota, em sua grande maioria, iniciam trabalho de parto em até 48 horas do ato da rotura.
  4. D) A via de parto, após a rotura prematura de membranas, é determinada por via alta, não tendo indicação formal ao parto vaginal.
  5. E) A rotura prematura de membranas diminui a chance de complicações graves, como descolamento prematuro de membranas e (ou) prolapso de cordão umbilical.

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