Rotura Prematura de Membranas: Diagnóstico e Conduta Inicial

FBHC - Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (SE) — Prova 2017

Enunciado

J.A.S, 28 anos, G4P1CA2, chega ao consultório queixando-se de perda de líquido há algumas horas. IG (DUM) 35 sem3d, IG (USG 12sem). 32 sem 4d. Em relação a paciente apresentada, pode-se afirmar que:

Alternativas

  1. A) A paciente deve ser imediatamente encaminhada ao USG para confirmação do diagnóstico de rotura prematura das membranas ovulares.
  2. B) Não há indicação de corticoterapia por tratar-se de gestação acima de 34 semanas.
  3. C) A paciente deve ser submetida a exame físico para confirmação da perda de líquido. Em caso positivo, deve ser encaminhada ao PS para internação.
  4. D) Mesmo quando confirmado o diagnóstico de rotura prematura das membranas ovulares, o seguimento preferencial é ambulatorial, pois a internação aumenta a morbidade materna.
  5. E) Em se tratando de rotura prematura de membranas ovulares, a única indicação para antibioticoterapia é a profilaxia para Streptococcus B-hemolítico durante o trabalho de parto.

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