Corioamnionite Pós-RPMO: Manejo e Conduta Obstétrica

SES-RJ - Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2022

Enunciado

Paciente de 28 anos, primigesta, é internada na maternidade com 30 semanas de gestação, devido à rotura prematura de membranas ovulares. É iniciado esquema de antibioticoterapia de latência com ampicilina, azitromicina e corticoterapia. No oitavo dia de internação, inicia dor em baixo ventre e temperatura axilar de 39ºC. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, normocorada e hidratada; verifica-se PA = 110 x 70mmHg, FC = 103bpm e FR = 18irpm; metrossístoles 2/10'/50", BCF = 152bpm, colo uterino em centralização, 70% apagado, 5cm de dilatação e líquido claro sem grumos. Diante do quadro descrito, a conduta a ser adotada é:

Alternativas

  1. A) repetir o ciclo de corticoterapia
  2. B) indicar cesariana de emergência
  3. C) trocar o esquema de antibioticoterapia com cobertura ampliada e tocólise
  4. D) iniciar antibioticoprofilaxia para estreptococo do grupo B e sulfato de magnésio 

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