RPMO em 35 Semanas: Indução do Parto e Profilaxia GBS
UFRGS/HCPA - Hospital de Clínicas de Porto Alegre (RS) — Prova 2019
Enunciado
Gestante (G2P1), com 35 semanas de gestação, datada por ultrassonografia na décima quarta semana, veio à Emergência por perda líquida por via vaginal. Nas cinco consultas de pré-natal, não havia registro de intercorrências. O parto anterior fora a termo. Ao exame físico, a altura uterina era de 32 cm e a dinâmica estava ausente; a apresentação cefálica era palpável acima da sínfise; os batimentos cardiofetais eram de 130 bpm; e havia pequeno volume de líquido claro fluindo pelo introito vaginal à inspeção. Qual a conduta mais adequada?
Alternativas
A) Realizar ultrassonografia para verificar o índice de líquido amniótico e confirmar o diagnóstico de ruptura prematura de membranas.
B) Indicar cesariana, pois a apresentação fetal é alta e não há dinâmica uterina.
C) Induzir o parto com misoprostol e iniciar imediatamente antibioticoprofilaxia para Streptococcus do grupo B.
D) Induzir o parto com ocitocina e iniciar imediatamente antibioticoprofilaxia para Streptococcus do grupo B.
E) Adotar conduta conservadora, com protocolo de antibioticoprofilaxia para ruptura prematura de membranas, e prescrever corticosteroide para maturação pulmonar.
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