CEOQ - Centro Especializado Oftalmológico Queiroz (BA) — Prova 2020
Infelizmente os dados na literatura quanto à incidência de PCR no Brasil são escassos. Podemos entretendo indicar que ocorre erro no item:
PCR extra-hospitalar: FV/TVSP são os ritmos mais comuns e chocáveis, com alta sobrevida se desfibrilados precocemente.
Em ambiente extra-hospitalar, os ritmos mais frequentes de PCR são a Fibrilação Ventricular (FV) e a Taquicardia Ventricular sem pulso (TVSP). Esses ritmos são chocáveis e a desfibrilação precoce é crucial, aumentando significativamente as chances de sobrevida.
A Parada Cardiorrespiratória (PCR) é uma emergência médica grave que exige reconhecimento e intervenção imediatos. A incidência de PCR, especialmente em ambiente extra-hospitalar, varia globalmente, mas a compreensão dos ritmos subjacentes é fundamental para o manejo adequado e para otimizar as chances de sobrevida. Os ritmos de PCR são classificados em chocáveis (Fibrilação Ventricular - FV e Taquicardia Ventricular sem Pulso - TVSP) e não chocáveis (Assistolia e Atividade Elétrica Sem Pulso - AESP). Em ambiente extra-hospitalar, a FV e a TVSP são os ritmos mais prevalentes, respondendo por uma grande parcela dos eventos. A rápida identificação desses ritmos e a aplicação da desfibrilação são pilares do suporte avançado de vida. A desfibrilação precoce é a intervenção mais eficaz para FV e TVSP, com taxas de sobrevida que podem chegar a 50-70% se realizada nos primeiros 3 a 5 minutos do evento. Para os ritmos não chocáveis, o foco é a RCP de alta qualidade e a busca e tratamento das causas reversíveis (os "Hs e Ts"). O treinamento contínuo em Suporte Básico e Avançado de Vida é essencial para todos os profissionais de saúde.
Em ambiente extra-hospitalar, os ritmos mais comuns de PCR são a Fibrilação Ventricular (FV) e a Taquicardia Ventricular sem Pulso (TVSP), que juntos representam a maioria dos casos.
A desfibrilação precoce é crucial porque a FV e a TVSP são ritmos chocáveis. Quanto mais cedo a desfibrilação é realizada, maiores são as chances de reversão do ritmo e de sobrevida do paciente, podendo atingir 50-70% se feita em 3-5 minutos.
Os ritmos de PCR não chocáveis são a Assistolia e a Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP). Nesses casos, a desfibrilação não é indicada, e o foco do tratamento é a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade e a identificação e tratamento das causas reversíveis.
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