HUSE - Hospital de Urgência de Sergipe Gov. João Alves Filho — Prova 2021
O progestágeno presente nos anovulatórios orais que tem menor risco de eventos tromboembólicos é:
Levonorgestrel = progestágeno com menor risco de tromboembolismo entre os anovulatórios orais.
Entre os progestágenos utilizados em contraceptivos orais combinados, o levonorgestrel (um progestágeno de segunda geração) é associado ao menor risco de eventos tromboembólicos venosos (TEV). Progestágenos de terceira e quarta geração, como desogestrel, gestodeno e drospirenona, têm um risco ligeiramente maior.
A escolha do contraceptivo oral combinado deve considerar o perfil de risco individual da paciente, especialmente em relação aos eventos tromboembólicos venosos (TEV). O estrogênio presente nos contraceptivos orais é o principal componente associado ao risco de TEV, mas o tipo de progestágeno também desempenha um papel importante. Estudos epidemiológicos demonstram que progestágenos de segunda geração, como o levonorgestrel, estão associados ao menor risco de TEV em comparação com progestágenos de terceira geração (desogestrel, gestodeno) e quarta geração (drospirenona). A ciproterona, embora eficaz, também tem um risco de TEV comparável ou ligeiramente superior aos progestágenos de terceira geração. Para a prática clínica e provas de residência, é crucial saber que o levonorgestrel é a opção com o perfil de segurança mais favorável em termos de risco tromboembólico. A avaliação cuidadosa dos fatores de risco da paciente é indispensável antes da prescrição de qualquer contraceptivo hormonal, visando minimizar complicações e garantir a segurança do tratamento.
Progestágenos de terceira e quarta geração, como desogestrel, gestodeno e drospirenona, são associados a um risco ligeiramente maior de eventos tromboembólicos venosos (TEV) em comparação com o levonorgestrel.
O levonorgestrel, um progestágeno de segunda geração, possui um perfil de ligação aos receptores e um impacto menos pronunciado nos fatores de coagulação e fibrinólise, resultando em um menor risco de TEV em comparação com progestágenos mais recentes.
Além do tipo de progestágeno, fatores como idade avançada, obesidade, tabagismo, histórico familiar de trombose, imobilização prolongada e trombofilias hereditárias aumentam o risco de eventos tromboembólicos em usuárias de contraceptivos orais combinados.
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