Risco Perioperatório Coronariopata: Avaliação Essencial

HMAR - Hospital Memorial Arthur Ramos (AL) — Prova 2018

Enunciado

Há cerca de quatro décadas, a análise de risco perioperatório do coronariopata consistia estritamente em aferir a relação temporal entre determinado evento isquêmico cardíaco e a operação proposta. Somente sendo INCORRETO que,

Alternativas

  1. A) uma cautelosa anamnese, associada à propedêutica direcionada para o aparelho circulatório e a exames subsidiários básicos, como o ECG de repouso e o raio-X de tórax, nunca é suficiente para determinar o risco cirúrgico de pacientes coronariopatas.
  2. B) discriminar objetivamente o risco cirúrgico para cada condição específica da doença arterial coronária (DAC) é fundamental para a prevenção e para uma menor morbidade de eventos perioperatórios.
  3. C) atualmente, no entanto, contemplamos, além do intervalo referido, todos os fatores relevantes no prognóstico de pacientes portadores de DAC, independentemente do contexto perioperatório.
  4. D) presença de angina, insuficiência cardíaca, sinais eletrocardiográficos, extensão e limiar da isquemia, além da anatomia coronária, nos casos pertinentes são fatores relevantes no prognóstico de pacientes portadores.

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