Estratificação de Risco Cardiovascular em Cirurgia Vascular

UFF/HUAP - Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói (RJ) — Prova 2018

Enunciado

Homem, 50 anos, está internado para endarterectomia carotídea eletiva. É hipertenso, diabético e tabagista. Há dez meses, realizou coronariografia devido à angina estável, que demonstrou lesão única de 90% no ramo descendente anterior. Foi realizada angioplastia com colocação de stent convencional com sucesso. Desde então, está assintomático. O exame físico é normal, a pressão arterial é de 128 x 82 mmHg e a frequência cardíaca de 65 bpm. Ele está em uso de AAS 100 mg/dia; metformina 1.000 mg/dia; sinvastatina 20 mg/dia; atenolol 50 mg/dia e enalapril 40 mg/dia. O eletrocardiograma em repouso é normal. Sobre a estratificação do risco cardiovascular para a cirurgia proposta, a conduta adequada é:

Alternativas

  1. A) licitar ecocardiograma transtorácico.
  2. B) Liberar cirurgia, não havendo necessidade de estratificação adicional. 
  3. C) Realizar teste funcional com cintilografia ou ecocardiograma de estresse.
  4. D) Repetir a coronariografia, devido ao alto risco de reestenose do stent.
  5. E) Indicar avaliação anatômica, o que pode ser feito por angio-TC ou coronariografia.

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