Risco Cardiovascular em Diabéticos: Estratificação e Tratamento

HIAE/Einstein - Hospital Israelita Albert Einstein (SP) — Prova 2024

Enunciado

Maurício, 60 anos, diabético, tabagista, sem outras comorbidades, está, há 3 anos, em tratamento com metformina 2.550 mg por dia e glicazida 60 mg por dia. Pratica corrida de rua 3 vezes por semana e musculação 3 vezes por semana há 2 anos, não fuma e não bebe. Sua alimentação é saudável, orientada por nutricionista. Traz exames realizados há 30 dias, solicitados após 3 meses do ajuste das doses das medicações.Ao exame físico: IMC: 27kg/m², PA: 135 x 84 mmHg, sem outras alterações. Exames laboratoriais: Glicose: 138 mg/dL. Hb glicada: 6,8%. Colesterol total: 203 mg/dL. HDL: 38 mg/dL. Triglicerídeos: 150 mg/dL. Creatinina: 0,7 mg/dL. Microalbuminúria: 11 mg/g. De acordo com a Diretriz de Prevenção Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2019, a classificação de risco cardiovascular e melhor conduta, dentre as opções baixo, para este paciente é:

Alternativas

  1. A) Risco cardiovascular alto - iniciar rosuvastatina 20 mg/dia e ciprofibrato 100 mg/dia.
  2. B) Risco cardiovascular alto - iniciar atorvastatina 40 mg/dia.
  3. C) Risco cardiovascular baixo - manter tratamento atual.
  4. D) Risco cardiovascular intermediário - iniciar sinvastatina 20 mg/dia.

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