HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2023
Em relação à abordagem geral para avaliação do risco cardíaco pré-operatório, assinalar a alternativa que NÃO apresenta um dos principais preditores clínicos de risco cardíaco:
Hipertensão sistêmica não controlada NÃO é preditor MAIOR de risco cardíaco pré-operatório.
A hipertensão sistêmica não controlada é um preditor de risco cardíaco pré-operatório, mas geralmente é classificada como um preditor de risco moderado ou menor, e não um dos principais (maiores) preditores, que incluem síndromes coronarianas instáveis, arritmias significativas e doença valvular grave.
A avaliação do risco cardíaco pré-operatório é uma etapa crucial no planejamento cirúrgico, visando identificar pacientes com maior probabilidade de eventos cardiovasculares adversos. Essa avaliação permite a implementação de estratégias para otimizar a condição do paciente e minimizar complicações, sendo fundamental para a segurança do paciente e para a prática médica. Os preditores clínicos de risco cardíaco são categorizados em maiores, intermediários e menores. Preditores maiores incluem síndromes coronarianas instáveis (infarto agudo do miocárdio recente, angina instável), arritmias significativas (bloqueio atrioventricular de alto grau, arritmias ventriculares sintomáticas) e doença valvular grave (estenose aórtica grave, estenose mitral sintomática). A hipertensão sistêmica não controlada é geralmente classificada como um preditor intermediário ou menor. A conduta para pacientes com preditores de risco varia. Preditores maiores frequentemente exigem avaliação cardiológica aprofundada e, em alguns casos, adiamento da cirurgia para otimização. Preditores intermediários e menores, como a hipertensão, devem ser controlados, mas raramente contraindicam a cirurgia. O uso de escalas de risco, como o Índice de Risco Cardíaco Revisado de Lee, auxilia na estratificação e tomada de decisão.
Os principais preditores incluem síndromes coronarianas instáveis (infarto recente, angina instável), arritmias significativas (bloqueio AV de alto grau, arritmias ventriculares sintomáticas) e doença valvular grave (estenose aórtica grave, estenose mitral sintomática).
A hipertensão sistêmica não controlada é um preditor de risco moderado ou menor. Embora deva ser otimizada antes da cirurgia, raramente é uma contraindicação absoluta, mas aumenta o risco de eventos cardiovasculares perioperatórios.
Ferramentas como o Índice de Risco Cardíaco Revisado de Lee (RCRI) são amplamente utilizadas para estratificar o risco de eventos cardíacos maiores em pacientes submetidos a cirurgias não cardíacas.
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