SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2021
Sobre as estratificações de risco cardíaco para procedimentos cirúrgicos não cardíacos segundo o Colégio Americano de Cardiologia, marque a alternativa CORRETA:
Cirurgia de mama = baixo risco cardíaco (<1%) em procedimentos não cardíacos.
A estratificação de risco cardíaco para cirurgias não cardíacas, conforme as diretrizes ACC/AHA, categoriza procedimentos em baixo, intermediário e alto risco. Cirurgias de mama são consideradas de baixo risco, com eventos cardíacos maiores geralmente abaixo de 1%, diferentemente de cirurgias vasculares que são de alto risco.
A avaliação pré-operatória do risco cardíaco em pacientes submetidos a cirurgias não cardíacas é um componente crucial da prática médica, visando otimizar o manejo e reduzir a morbimortalidade perioperatória. As diretrizes do Colégio Americano de Cardiologia (ACC) e da American Heart Association (AHA) fornecem um framework para essa estratificação. As cirurgias são classificadas em três categorias de risco cardíaco: baixo (<1% de eventos cardíacos maiores), intermediário (1-5%) e alto (>5%). Cirurgias de baixo risco incluem procedimentos endoscópicos, cirurgias de catarata, mama e pele. As de risco intermediário abrangem cirurgias de próstata, ortopédicas, intratorácicas/intra-abdominais (não vasculares) e endarterectomia de carótida. As de alto risco são principalmente as cirurgias vasculares, como reparo de aneurisma aórtico e cirurgias de grandes vasos periféricos. Além da natureza da cirurgia, outros fatores de risco do paciente, como doença isquêmica cardíaca, insuficiência cardíaca, doença cerebrovascular, diabetes mellitus e insuficiência renal, são considerados para uma avaliação completa do risco individual. Essa estratificação guia a necessidade de exames complementares e intervenções para otimizar o paciente antes do procedimento.
Cirurgias de baixo risco cardíaco (eventos cardíacos maiores < 1%) incluem procedimentos endoscópicos, cirurgias de catarata, cirurgias de mama e cirurgias de pele superficiais.
O ACC/AHA estratifica o risco cirúrgico com base no tipo de cirurgia (baixo, intermediário, alto risco) e nos fatores de risco do paciente (doença isquêmica, insuficiência cardíaca, doença cerebrovascular, diabetes, insuficiência renal), utilizando ferramentas como o Índice de Risco Cardíaco Revisado.
Os principais fatores incluem doença isquêmica cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva, doença cerebrovascular, diabetes mellitus (especialmente com uso de insulina) e insuficiência renal (creatinina > 2,0 mg/dL).
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