HASP - Hospital Adventista de São Paulo — Prova 2022
Paciente de 10 anos evolui após um quadro de resfriado, sem apresentar nenhuma comorbidade, para uma rinossinusite aguda bacteriana, para efetuar um tratamento adequado é necessário saber epidemiologicamente qual é o principal microrganismo envolvido no quadro. Dos relacionados abaixo seria o de maior prevalência?
Rinossinusite bacteriana aguda pediátrica: S. pneumoniae é o principal patógeno, seguido por H. influenzae e M. catarrhalis.
Em rinossinusite aguda bacteriana em crianças, o Streptococcus pneumoniae é o agente etiológico mais prevalente, sendo crucial para a escolha empírica do antibiótico. Haemophilus influenzae não tipável e Moraxella catarrhalis também são causas comuns, mas com menor frequência.
A rinossinusite aguda bacteriana é uma complicação comum de infecções virais do trato respiratório superior, como o resfriado comum, especialmente em crianças. O diagnóstico e tratamento adequados dependem do conhecimento dos agentes etiológicos mais prevalentes na população pediátrica, o que orienta a escolha da antibioticoterapia empírica. Epidemiologicamente, o *Streptococcus pneumoniae* é consistentemente o microrganismo mais frequentemente isolado em casos de rinossinusite aguda bacteriana em crianças. Outros patógenos importantes incluem o *Haemophilus influenzae* não tipável e a *Moraxella catarrhalis*. A prevalência desses agentes pode variar ligeiramente com a idade e a região geográfica, mas *S. pneumoniae* mantém sua posição de destaque. Para o residente, a compreensão dessa epidemiologia é crucial. A escolha do antibiótico de primeira linha, como a amoxicilina, visa cobrir esses patógenos comuns. A falha terapêutica ou a presença de fatores de risco para resistência podem justificar a escolha de antibióticos com espectro mais amplo. É importante diferenciar a rinossinusite bacteriana da viral, que é muito mais comum e não requer antibióticos.
Os principais agentes são Streptococcus pneumoniae (o mais comum), Haemophilus influenzae não tipável e Moraxella catarrhalis. Staphylococcus aureus e Streptococcus pyogenes são menos frequentes.
Conhecer o principal microrganismo é fundamental para a escolha da antibioticoterapia empírica inicial, garantindo que o tratamento seja eficaz contra os patógenos mais prováveis e evitando a resistência antimicrobiana.
A suspeita de rinossinusite bacteriana surge quando os sintomas de resfriado persistem por mais de 10 dias sem melhora, ou quando há piora dos sintomas após uma melhora inicial (piora dupla), ou ainda com sintomas graves como febre alta e secreção purulenta por pelo menos 3 dias.
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