FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2024
Uma criança de 4 anos é levada ao consultório médico com sintomas de rinofaringite, como coriza, tosse e irritabilidade. A mãe relata que tem utilizado xaropes expectorantes e descongestionantes nasais para aliviar os sintomas da criança. Com base nas melhores práticas de tratamento para rinofaringite aguda em crianças, é CORRETO afirmar:
Rinofaringite aguda em crianças: xaropes, expectorantes e descongestionantes nasais são contraindicados.
Para rinofaringite aguda em crianças, o tratamento é sintomático e de suporte. Xaropes, expectorantes e descongestionantes nasais são contraindicados devido à falta de eficácia comprovada e ao risco de efeitos adversos, especialmente em crianças pequenas.
A rinofaringite aguda, comumente conhecida como resfriado comum, é uma das infecções mais frequentes na infância, causada principalmente por vírus como rinovírus, coronavírus e adenovírus. Caracteriza-se por sintomas como coriza, tosse, espirros, dor de garganta e, por vezes, febre baixa e irritabilidade. Embora seja uma condição autolimitada, o manejo adequado dos sintomas é crucial para o conforto da criança e para evitar complicações. As melhores práticas de tratamento para rinofaringite aguda em crianças focam em medidas de suporte. Isso inclui garantir boa hidratação, oferecer repouso adequado, realizar lavagem nasal com soro fisiológico para aliviar a congestão e, se necessário, administrar analgésicos/antitérmicos como paracetamol ou ibuprofeno para febre ou dor. A educação dos pais sobre a natureza viral da doença e a expectativa de melhora gradual é fundamental. É de suma importância ressaltar que o uso de xaropes para tosse, expectorantes, descongestionantes nasais e anti-histamínicos não é recomendado para crianças, especialmente menores de 6 anos. A eficácia desses medicamentos não é comprovada nessa faixa etária e eles podem causar efeitos adversos significativos, como sedação, excitação, taquicardia e convulsões. A Academia Americana de Pediatria e outras entidades médicas desaconselham seu uso rotineiro, priorizando sempre a segurança e a eficácia baseada em evidências.
O tratamento recomendado é sintomático e de suporte, incluindo hidratação adequada, repouso, lavagem nasal com soro fisiológico e uso de analgésicos/antitérmicos (paracetamol ou ibuprofeno) se houver febre ou dor.
São contraindicados devido à falta de evidências de eficácia em crianças e ao risco de efeitos adversos graves, como sedação, taquicardia, convulsões e arritmias, especialmente em menores de 6 anos.
Fatores de risco incluem exposição a ambientes com muitas pessoas (creches, escolas), contato com fumantes, baixa imunidade e idade (crianças pequenas têm mais infecções virais). O sexo masculino ou idade específica não são fatores de risco isolados.
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