HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2023
Sobre “rinites”, é correto afirmar: (Araújo, E., Pereira AA., Magalhães AC. Rinte. EM: Duncan BB., Schmidt, MI., Giugliani, ERJ. Medicina ambulatorial: Condutas de atenção primária baseadas em evidências. 3a Edição. Artmed. 2004.)
Rinite viral → rinovírus, influenza, parainfluenza são os principais agentes etiológicos.
A rinite viral é a forma mais comum de rinite, e a identificação dos principais agentes etiológicos como rinovírus, influenza e parainfluenza é fundamental para o entendimento da doença e manejo sintomático. O aspecto da secreção nasal pode, sim, fornecer subsídios diagnósticos (ex: purulenta em bacteriana, hialina em viral/alérgica).
A rinite é uma inflamação da mucosa nasal que pode ser classificada em alérgica, infecciosa (viral ou bacteriana), não alérgica não infecciosa (vasomotora, medicamentosa, ocupacional, etc.) e outras formas. É uma condição extremamente comum, afetando uma parcela significativa da população e impactando a qualidade de vida. O entendimento de suas diversas etiologias e manifestações clínicas é crucial para o diagnóstico e manejo adequados na atenção primária e especializada. A rinite viral, ou resfriado comum, é a forma mais prevalente de rinite infecciosa, sendo os rinovírus os agentes etiológicos mais frequentes. Outros vírus importantes incluem influenza, parainfluenza, adenovírus e coronavírus. O diagnóstico é predominantemente clínico, baseado nos sintomas como rinorreia hialina, congestão nasal, espirros e dor de garganta, geralmente autolimitados. A diferenciação entre os tipos de rinite é feita pela história clínica detalhada, exame físico e, em alguns casos, testes complementares. O tratamento da rinite viral é sintomático, visando aliviar o desconforto. Para rinite alérgica, o manejo inclui evitar alérgenos, anti-histamínicos e corticosteroides nasais. Rinites ocupacionais exigem identificação e remoção do agente causal. O uso de descongestionantes simpaticomiméticos deve ser cauteloso e por tempo limitado devido ao risco de rinite medicamentosa. A educação do paciente sobre a natureza da doença e as opções de tratamento é fundamental para o controle dos sintomas e prevenção de complicações.
Os rinovírus são os mais comuns, seguidos pelos vírus influenza e parainfluenza, que são frequentemente associados a infecções respiratórias superiores.
Sim, o aspecto da secreção nasal pode fornecer pistas diagnósticas. Secreção hialina é comum em rinites virais e alérgicas, enquanto secreção purulenta pode indicar uma infecção bacteriana secundária.
A rinite alérgica é frequentemente associada a espirros em salva, prurido nasal, ocular e faríngeo, rinorreia hialina, congestão nasal, e pode apresentar 'saudação alérgica' e 'olheiras alérgicas'.
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