Revacinação BCG em Prematuros: Quando e Por Quê

HMJLF - Hospital Municipal José Lucas Filho - Contagem (MG) — Prova 2017

Enunciado

Lactente com 8 meses é levado a unidade básica de saúde para atualização de seu cartão vacinal e fazer uma consulta. Período gestacional sem intercorrências, sorologias materna normais. Nasceu prematuro de 28 semanas e evoluiu com cianose e dificuldade respiratória. Foi intubado em sala de parto e transferido para a UTI neonatal. Feito diagnóstico de membrana hialina, recebeu surfactante e permaneceu em ventilação mecânica por um mês. Ainda recebeu diagnóstico de cardiopatia congênita e passou por correção cirúrgica aos três meses. Apresentou várias complicações infecciosas no pós- operatório, permanecendo internado até a idade de sete meses. Não recebeu nenhuma vacina durante o período de internação e nem após alta hospitalar, exceto a primeira dose de hepatite B e BCG. Ao exame físico não apresenta cicatriz vacinal. Considerando o caso apresentado, é CORRETO afirmar que:

Alternativas

  1. A) A criança não poderá receber a primeira dose da vacina contra rotavírus, mas poderá receber a segunda dose.
  2. B) A criança não deve ser revacinada com BCG, pois ainda está dentro do prazo de formação da cicatrização característica.
  3. C) A criança deve ser revacinada com BCG.
  4. D) A criança não tem indicação de aplicar o palivizumabe, pois a cardiopatia foi corrigida. 

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo