HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2019
A maior parte dos casos utilizará medicamentos antituberculose nos esquemas padronizados e receberá o tratamento e acompanhamento nas unidades de Atenção Básica, sejam casos novos ou retratamentos. Somente está ERRADO que,
Teste de sensibilidade a fármacos é CRUCIAL para detectar resistência em Tuberculose, especialmente em retratamentos.
Em casos de retratamento de tuberculose, é fundamental realizar cultura para micobactéria com identificação de espécie e teste de sensibilidade aos fármacos. Isso permite detectar precocemente resistências e ajustar o esquema terapêutico, evitando falha de tratamento e disseminação de cepas resistentes. A afirmação de que não serve para detectar resistência está incorreta.
A tuberculose (TB) continua sendo um grave problema de saúde pública, e seu tratamento, embora eficaz, exige adesão rigorosa e acompanhamento. A Atenção Básica desempenha um papel central no manejo da maioria dos casos, tanto novos quanto de retratamento. Em casos de retratamento, a probabilidade de resistência a fármacos é significativamente maior. Por isso, as diretrizes recomendam a coleta de material para baciloscopia, cultura para micobactéria com identificação de espécie e, crucialmente, o teste de sensibilidade aos fármacos antes de reiniciar o esquema. Essa medida permite identificar precocemente resistências e adaptar o tratamento, evitando a falha terapêutica e a seleção de cepas multirresistentes (TB-MDR). A afirmação de que os procedimentos não servem para detectar precocemente resistências está incorreta, pois o teste de sensibilidade é a ferramenta primária para esse fim. Após a coleta dos materiais, o paciente deve reiniciar o esquema de tratamento empírico, que será ajustado conforme os resultados dos testes de sensibilidade. O acompanhamento é fundamental para monitorar a adesão, os efeitos adversos e a resposta ao tratamento.
São essenciais para identificar a espécie de micobactéria e, principalmente, detectar precocemente a resistência aos fármacos, permitindo o ajuste do esquema terapêutico e aumentando as chances de cura.
É indicado em casos de retratamento, falha terapêutica, contato com casos de tuberculose resistente, pacientes com HIV, e em áreas de alta prevalência de resistência.
Os fármacos de primeira linha são Isoniazida, Rifampicina, Pirazinamida e Etambutol, utilizados em esquemas padronizados que variam conforme o caso (novo, retratamento).
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