Trauma Cervical: Critérios para Retirada do Colar Cervical

SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2022

Enunciado

Um homem de 53 anos de idade foi levado ao pronto-socorro pelo resgate, em prancha longa e com colar cervical, após colidir com a sua motocicleta em um veículo parado. Tem suas vias aéreas pérvias, o colar cervical está bem colocado, está eupneico, seu tórax expande, bilateralmente, de maneira simétrica, há murmúrios vesiculares presentes em todos os campos pulmonares, sua frequência cardíaca é de 92 bpm, seu pulso é amplo e cheio, sua pressão arterial é de 120 x 70 mmHg e sua perfusão periférica está preservada. Ele usava capacete no momento do acidente, apresenta-se com Glasgow de 15, não ingeriu bebida alcoólica e nem fez uso de drogas ilícitas. Há fratura exposta da perna direita, com desvio. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa correta quanto à retirada do colar cervical.

Alternativas

  1. A) Caso o paciente não apresente nenhuma deformidade na coluna, nenhum deficit nervoso e, após palpação cervical e movimentação ativa do pescoço, nenhuma dor, o colar poderá ser retirado.
  2. B) Pode ser retirado, uma vez que o paciente não tem mecanismo para lesão de coluna cervical.
  3. C) Só poderá ser retirado após um exame físico realizado por ortopedista ou neurocirurgião.
  4. D) Deveria ter sido retirado na avaliação primária, juntamente com a avaliação da via aérea.
  5. E) Só poderá ser retirado após o exame de imagem da coluna cervical.

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