CBO Teórica 2 - Prova de Especialidades da Oftalmologia — Prova 2016
Em criança prematura com presença de crista vascular, sem neovasos (estágio 2) em zona II, qual deve ser a peridiocidade do acompanhamento de fundo de olho?
ROP Estágio 2 em Zona II → Acompanhamento semanal obrigatório pelo risco de progressão.
O estágio 2 da ROP (crista vascular) em Zona II indica uma fase de alerta que exige vigilância semanal para detectar precocemente a evolução para doença plus ou estágio 3.
A Retinopatia da Prematuridade (ROP) é uma das principais causas de cegueira infantil evitável. A classificação baseia-se na localização (Zonas I, II e III) e na gravidade (Estágios 1 a 5). A Zona II envolve a retina periférica ao redor da Zona I (polo posterior). O manejo depende estritamente do mapeamento de retina. Lesões em Zona II, estágio 2, estão em uma área de transição crítica. O acompanhamento semanal garante que qualquer sinal de 'doença plus' ou proliferação fibrovascular (estágio 3) seja identificado a tempo de realizar laserterapia ou anti-VEGF, prevenindo a cegueira.
O estágio 2 é caracterizado pela presença de uma crista de demarcação com altura e largura (volume), separando a retina vascular da avascular, mas sem neovasos extraretinianos.
Devido ao risco de progressão para o estágio 3 ou surgimento de 'doença plus' (dilatação e tortuosidade vascular), que indicam necessidade de tratamento imediato para evitar descolamento de retina.
No Brasil, recomenda-se triagem para bebês com peso ≤ 1.500g ou idade gestacional ≤ 32 semanas, ou bebês com fatores de risco instáveis.
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