PSU-MG - Processo Seletivo Unificado de Minas Gerais — Prova 2015
Parturiente de 24 anos de idade teve parto normal de um recém-nascido a termo. Após o parto, a placenta não foi expulsa após 30 minutos de observação. Assinalar a conduta CORRETA como primeira opção neste momento:
Retenção placentária (>30 min) → Extração manual da placenta é a conduta inicial.
A retenção placentária é definida pela não expulsão da placenta após 30 minutos do nascimento do bebê, mesmo com manejo ativo do terceiro período. A extração manual da placenta é a conduta de primeira linha para evitar complicações graves como hemorragia pós-parto e infecção, que podem ser fatais se não tratadas prontamente.
O terceiro período do parto, que se estende do nascimento do bebê à expulsão da placenta, é um momento crítico para a prevenção da hemorragia pós-parto (HPP), a principal causa de mortalidade materna. A retenção placentária é uma complicação importante desse período, exigindo reconhecimento e intervenção rápidos, sendo um tópico fundamental para residentes. A retenção placentária é diagnosticada quando a placenta não é expulsa após 30 minutos do nascimento, mesmo com o manejo ativo do terceiro período (uso de ocitocina, tração controlada do cordão e massagem uterina). A fisiopatologia pode envolver atonia uterina, acretismo placentário ou encarceramento da placenta devido a contração do orifício cervical. A conduta de primeira linha para a retenção placentária é a extração manual da placenta. Este procedimento deve ser realizado em ambiente estéril, com analgesia adequada, para remover o tecido placentário e restaurar o tônus uterino, minimizando o risco de HPP e infecção. Após a extração, é crucial inspecionar a placenta para garantir sua integridade e administrar ocitocina para manter a contração uterina.
A retenção placentária é definida pela não expulsão da placenta após 30 minutos do nascimento do bebê, mesmo com a aplicação de manejo ativo do terceiro período do parto, incluindo ocitocina e tração controlada do cordão.
A primeira conduta é a extração manual da placenta, realizada sob analgesia e assepsia, para remover o tecido placentário e prevenir hemorragia pós-parto, que é a complicação mais grave e comum.
Os principais riscos são hemorragia pós-parto (a principal causa de mortalidade materna), infecção puerperal (endometrite) e, em casos raros, acretismo placentário não diagnosticado, que pode levar a sangramento maciço.
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