COC - Centro Oncológico de Cuiabá (MT) — Prova 2020
Em função das doenças que afetam as mamas, é correto afirmar que:
RM mamária: alta sensibilidade, baixa especificidade → útil para rastreio de alto risco, mas com falsos positivos.
A ressonância nuclear magnética (RNM) da mama é um método de imagem com alta sensibilidade para detectar lesões mamárias, sendo superior à mamografia e ultrassonografia em alguns cenários, como rastreamento em mulheres de alto risco. No entanto, sua especificidade é menor, o que significa que pode identificar muitas lesões benignas como suspeitas, levando a biópsias desnecessárias.
A propedêutica mamária é essencial para o diagnóstico precoce e manejo das doenças da mama, incluindo o câncer. A escolha do método de imagem depende da idade da paciente, densidade mamária, sintomas e risco individual. É fundamental que os profissionais de saúde compreendam as indicações e limitações de cada modalidade. A mamografia é o principal método de rastreamento para mulheres acima de 40 anos, detectando microcalcificações e nódulos. A ultrassonografia mamária é complementar, excelente para diferenciar lesões císticas de sólidas e para avaliação de mamas densas ou em mulheres jovens. No entanto, nenhum desses métodos é perfeito. A ressonância nuclear magnética (RNM) da mama é o método mais sensível para detectar câncer de mama, especialmente em mulheres de alto risco genético ou com mamas extremamente densas. Contudo, sua alta sensibilidade vem acompanhada de uma especificidade mais baixa, o que significa que ela pode identificar muitas lesões benignas como suspeitas, resultando em biópsias desnecessárias. As calcificações na mamografia podem ser benignas ou malignas, exigindo análise detalhada de suas características.
A ultrassonografia mamária não é o método de eleição para rastreamento de câncer de mama em mulheres jovens. Ela é mais utilizada como método complementar à mamografia ou como primeira linha em mulheres jovens com mamas densas ou sintomas, mas não para rastreamento populacional.
Não, a mamografia não é o melhor método para avaliar tumores císticos. A ultrassonografia mamária é superior na diferenciação entre lesões sólidas e císticas, sendo o método de escolha para essa avaliação.
O encontro de calcificações na mamografia não é, por si só, um indício de malignidade. Existem calcificações benignas e malignas. A avaliação da morfologia, distribuição e agrupamento das calcificações é crucial para determinar sua natureza e a necessidade de investigação adicional.
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