HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2021
A respiração do tipo neurogênica central é caracterizada por um quadro de hiperventilação rápida e sustentada, em geral, com frequência respiratória entre 40 e 70 por minuto. É observada em pacientes com:
Hiperventilação neurogênica central = lesões tegumento pontino central (ventral ao aqueduto/4º ventrículo).
A respiração neurogênica central, caracterizada por hiperventilação rápida e sustentada, é um padrão respiratório anormal observado em pacientes com lesões específicas no tronco encefálico, particularmente no tegumento pontino central, ventral ao aqueduto ou ao quarto ventrículo.
A avaliação dos padrões respiratórios em pacientes com lesões neurológicas é um indicador crucial da localização e extensão do dano no tronco encefálico. A respiração neurogênica central é um dos padrões anormais que reflete disfunção em áreas específicas do sistema nervoso central, sendo importante para o diagnóstico topográfico e prognóstico. Este padrão é caracterizado por uma hiperventilação rápida e sustentada, com frequências respiratórias elevadas (40-70 irpm), sem períodos de apneia significativos. A fisiopatologia envolve lesões que afetam os centros respiratórios pontinos, especificamente no tegumento pontino central, ventral ao aqueduto cerebral ou ao quarto ventrículo. Essas lesões desinibem o centro inspiratório, levando à hiperventilação contínua. O diagnóstico da respiração neurogênica central é clínico, pela observação do padrão respiratório. O tratamento é direcionado à causa subjacente da lesão cerebral e ao suporte ventilatório, se necessário, para manter a oxigenação e ventilação adequadas. O prognóstico depende da etiologia e da reversibilidade da lesão no tronco encefálico.
A respiração neurogênica central é caracterizada por uma hiperventilação rápida, profunda e sustentada, com frequências respiratórias elevadas, geralmente entre 40 e 70 incursões por minuto. É um padrão persistente e regular.
Este padrão respiratório é tipicamente observado em pacientes com lesões no tegumento pontino central, especificamente ventral ao aqueduto cerebral ou ao quarto ventrículo. Essas lesões afetam os centros respiratórios pontinos.
Diferencia-se de Cheyne-Stokes (lesões prosencéfalo/diencefálicas, com ciclos de hiperpneia e apneia), respiração apnêustica (lesões pontinas inferiores, com pausas inspiratórias prolongadas) e respiração de Biot (lesões bulbares, com respirações irregulares e apneias imprevisíveis).
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