Resistência Antimicrobiana: Escolha de Cefalosporinas

HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2019

Enunciado

Em relação à escolha do agente antimicrobiano a ser utilizado em pacientes com infecções graves, devemos considerar: (GILBERT. Guia Sanford para Terapia Antimicrobiana - 47.Ed– 2017).

Alternativas

  1. A) Caso se trate de enterococos resistente à vancomicina e à ampicilina, podemos usar monoterapia com amicacina para provável Enterococcus faecalis.
  2. B) Caso se trate de Klebsiella produtora de beta-lactamase de espectro ampliado, podemos usar cefalosporina de quarta geração.
  3. C) Caso se trate de Providencia, Citrobacter, Pseudomonas, Enterobacter e Serratia, é recomendado se evitar o uso de cefalosporinas até a terceira geração pelo risco de desenvolvimento de resistência durante o tratamento.
  4. D) Se for isolado um Staphylococcus aureus sensível à oxacilina num paciente em uso de vancomicina, não devemos trocar o antibiótico pelo risco de alterar os níveis séricos e apresentar piora do quadro infeccioso.
  5. E) O uso de polimixina B deve ser restrito a infecções graves por Pseudomonas, pois os outros bacilos Gram negativos, como por exemplo, Proteus mirabilis, apresentam resistência intrínseca à droga.

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