PUC Sorocaba - Pontifícia Universidade Católica de Sorocaba (SP) — Prova 2024
São técnicas empregadas para avaliação da reserva ovariana em mulheres que desejam estimar sua capacidade reprodutiva todos os itens abaixo relacionados, EXCETO:
Avaliação reserva ovariana → CFA, FSH, AMH. Progesterona = ovulação, não reserva.
A dosagem de progesterona sérica é utilizada para confirmar a ovulação e avaliar a fase lútea, mas não reflete diretamente a quantidade ou qualidade dos folículos ovarianos, sendo inadequada para estimar a reserva ovariana.
A avaliação da reserva ovariana é um componente crucial na investigação da infertilidade feminina e no aconselhamento reprodutivo, permitindo estimar a capacidade da mulher de produzir óvulos e responder à estimulação ovariana. Compreender os marcadores corretos é essencial para um diagnóstico e plano terapêutico adequados. Os principais métodos para avaliar a reserva ovariana incluem a Contagem de Folículos Antrais (CFA) por ultrassonografia transvaginal, que mede o número de folículos pequenos visíveis nos ovários, e a dosagem sérica do Hormônio Anti-Mülleriano (AMH), que reflete o pool de folículos em crescimento. A dosagem de Hormônio Folículo-Estimulante (FSH) basal também é utilizada, embora seja mais variável e menos sensível que o AMH. A dosagem de progesterona sérica, por outro lado, é um marcador da ovulação e da função do corpo lúteo, sendo utilizada para confirmar se a ovulação ocorreu e para avaliar a adequação da fase lútea. Não possui utilidade direta na estimativa da reserva ovariana, que se refere à quantidade e qualidade dos óvulos remanescentes nos ovários.
Os principais métodos incluem a Contagem de Folículos Antrais (CFA) por ultrassonografia transvaginal, a dosagem sérica do Hormônio Folículo-Estimulante (FSH) e a dosagem sérica do Hormônio Anti-Mülleriano (AMH), que fornecem informações sobre o potencial reprodutivo.
A progesterona é um hormônio produzido após a ovulação pelo corpo lúteo e sua dosagem é usada para confirmar a ocorrência da ovulação e avaliar a fase lútea, não refletindo o número de folículos primordiais ou a capacidade reprodutiva geral.
O AMH é produzido pelas células da granulosa dos folículos pré-antrais e antrais pequenos, sendo um excelente marcador da reserva ovariana, pois seus níveis se correlacionam diretamente com o número de folículos em crescimento e diminuem com a idade.
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