SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2025
Considerando‐se a segurança e a eficácia dos repelentes em crianças, determinadas pela ANVISA, é correto afirmar que:
Icaridina 25% → Escolha para lactentes > 2 meses em áreas de alta exposição.
A segurança dos repelentes em pediatria depende da substância e concentração; a Icaridina é aceitável a partir de 2 meses em situações de risco, conforme normas vigentes.
A escolha do repelente em pediatria deve considerar a eficácia contra o Aedes aegypti e a segurança toxicológica. O DEET é eficaz, mas sua absorção cutânea exige cautela com a concentração. A Icaridina (derivada da pimenta) oferece proteção prolongada (até 10 horas) e é bem tolerada. O IR3535 é outra opção segura a partir dos 6 meses. Repelentes naturais como óleo de citronela têm volatilidade alta, exigindo reaplicações a cada 20 minutos, o que os torna pouco práticos e menos eficazes para prevenção de doenças.
Segundo a ANVISA, repelentes à base de DEET em concentrações de até 10% podem ser utilizados em crianças a partir dos 2 anos de idade. O uso abaixo dessa idade não é recomendado rotineiramente no Brasil.
A Icaridina apresenta menor potencial de irritação cutânea e toxicidade sistêmica em comparação ao DEET. Formulações específicas podem ser utilizadas a partir de 2 meses de vida em situações de exposição intensa.
Não é recomendado o uso de produtos 2 em 1. O protetor solar deve ser aplicado primeiro, seguido pelo repelente após 15-30 minutos, pois as frequências de reaplicação são diferentes e o repelente pode reduzir a eficácia do filtro solar.
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