Remoção Segura do Colar Cervical em Trauma: Guia Essencial

SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2017

Enunciado

Vítima de queda de motocicleta, um paciente de 35 anos fez, entre outros estudos radiológicos, tomografia multislice da região cervical com reconstrução coronal e sagital. O radiologista não detectou nenhuma lesão no exame. O paciente foi internado na unidade de terapia intensiva, por conta de lesão cerebral traumática grave. Responde a estímulos dolorosos movendo todas as extremidades. O colar cervical:

Alternativas

  1. A) Só poderá ser removido se nova tomografia, em 1 semana, não mostrar edema de medula.
  2. B) Deve ser mantido até que o paciente seja extubado.
  3. C) pode ser retirado, se o doente fizer radiografias cervicais em flexão e em extensão que excluam lesões ligamentares.
  4. D) Pode ser removido; não é necessária mais investigação ou observação.
  5. E) Deve ser mantido até que o paciente acorde ou faça ressonância magnética.

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