UNIRV - Universidade de Rio Verde (GO) — Prova 2021
Em relação ao uso de epinefrina, assinale a alternativa correta:
Na PCR, a epinefrina deve ser administrada IV/IO; via subcutânea é ineficaz e contraindicada devido à absorção lenta e imprevisível.
A epinefrina (adrenalina) é um medicamento vital em emergências, mas sua via de administração é crucial para a eficácia. Na parada cardiorrespiratória (PCR), a via preferencial é intravenosa (IV) ou intraóssea (IO). A via subcutânea é inadequada para PCR devido à absorção lenta e errática, não atingindo níveis plasmáticos terapêuticos rapidamente.
A epinefrina, também conhecida como adrenalina, é uma catecolamina com potentes efeitos alfa e beta-adrenérgicos, sendo um fármaco essencial em diversas emergências médicas. Sua eficácia depende não apenas da dose, mas criticamente da via de administração, que deve ser escolhida de acordo com a condição clínica e a urgência. Na parada cardiorrespiratória (PCR), a epinefrina atua aumentando a pressão de perfusão coronariana e cerebral, melhorando a contratilidade miocárdica e a condução atrioventricular. A via de administração é crucial: a via intravenosa (IV) ou intraóssea (IO) são as preferenciais, garantindo rápida absorção e biodisponibilidade. A via subcutânea, por outro lado, é contraindicada na PCR devido à absorção lenta e imprevisível, o que a torna ineficaz em situações de vida ou morte. Outras indicações importantes da epinefrina incluem a anafilaxia (via intramuscular na coxa, diluição 1:1000), o choque séptico (como vasopressor em infusão contínua), e a supraglotite aguda (crup) por via inalatória. É fundamental que os profissionais de saúde dominem as diferentes vias e diluições da epinefrina para garantir o uso seguro e eficaz deste medicamento vital.
A via de administração preferencial da epinefrina na PCR é a intravenosa (IV) ou intraóssea (IO). Ambas garantem uma absorção rápida e previsível do fármaco, permitindo que atinja a circulação sistêmica e o coração de forma eficaz.
A via subcutânea não é recomendada na PCR devido à sua absorção lenta e errática. Em uma situação de choque ou PCR, a perfusão periférica está comprometida, o que retarda ainda mais a absorção e impede que a epinefrina atinja níveis terapêuticos no tempo necessário para reverter a condição.
A epinefrina intramuscular (IM) é a via de escolha para o tratamento da anafilaxia, sendo administrada na face anterolateral da coxa. Também pode ser usada em casos de supraglotite aguda grave (crup), mas geralmente por via inalatória ou nebulizada.
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