CBO Teórica 2 - Prova de Especialidades da Oftalmologia — Prova 2024
Qual das alternativas abaixo apresenta a sequência mais adequada, num exame subjetivo para a determinação da correção necessária do paciente?
Refração subjetiva → Esférico inicial → Eixo cilíndrico → Poder cilíndrico → Refinamento final.
A sequência clássica da refração subjetiva prioriza o ajuste do componente esférico para aproximar o círculo de menor confusão da retina, seguido pelo refinamento preciso do astigmatismo.
A refração subjetiva é um processo iterativo que depende da resposta do paciente. A sequência lógica (Esférico -> Eixo -> Poder -> Refinamento) é desenhada para minimizar o esforço acomodativo e maximizar a precisão. Iniciar pelo esférico permite que o examinador coloque o paciente próximo à sua melhor acuidade visual antes de realizar ajustes finos no astigmatismo, que são mais sensíveis a pequenas variações.
A determinação do eixo é prioritária porque, se o eixo estiver incorreto, a medida do poder cilíndrico será imprecisa. O uso do cilindro cruzado de Jackson para refinar o eixo baseia-se na busca da posição onde as distorções astigmáticas são minimizadas, servindo de base para o ajuste subsequente da magnitude (poder) do astigmatismo.
O refinamento esférico final serve para ajustar a acomodação do paciente e garantir que a imagem final esteja focada exatamente sobre a retina, evitando a prescrição de excesso de menos (em míopes) ou falta de mais (em hipermetropes), o que poderia causar astenopia.
É uma técnica subjetiva utilizada para refinar o eixo e o poder do cilindro. Consiste em uma lente que possui poderes iguais mas de sinais opostos em meridianos perpendiculares. Ao alternar a posição da lente, o examinador compara a preferência do paciente para localizar o eixo exato e a magnitude necessária para corrigir o astigmatismo.
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