CBO Teórico-Prática - Prova de Imagens da Oftalmologia — Prova 2021
A: Dissociar a imagem para balanço refratométrico ou acomodativo. B: Diferenciar causas ópticas e não ópticas de redução de acuidade visual. C: Ajustar a distância de trabalho na esquiascopia. D: Verificar a distância vértice do refratômetro ao olho examinado.Assinale as alternativas que correlaciona corretamente a posição das lentes auxiliares do foróptero às suas funções.
Lente R = Esquiascopia; Lentes de dissociação = Balanço; Lente PH = Estenopeico.
As lentes auxiliares do foróptero automatizam testes como o balanço refratométrico, a esquiascopia e a medida da acuidade visual potencial.
O foróptero (ou refrator de Greens) é a ferramenta central da refração subjetiva. Suas lentes auxiliares permitem uma transição rápida entre testes diagnósticos. A correlação correta entre a posição do disco auxiliar e a função clínica (como dissociar imagens para balanço ou ajustar a distância de trabalho) é essencial para a agilidade e precisão no consultório. A questão aborda a importância de conhecer a mecânica do aparelho: a posição I costuma ser para ajuste de distância de trabalho (C), a II para dissociação/balanço (A), a III para diferenciar causas ópticas (B) e a IV para conferência da distância vértice (A/D conforme o modelo).
A lente 'R' (Retinoscopia) é uma lente auxiliar usada para compensar a distância de trabalho do examinador durante a esquiascopia. Geralmente é uma lente de +1.50 D ou +2.00 D, permitindo que o resultado final da retinoscopia seja lido diretamente no refrator sem necessidade de cálculos matemáticos adicionais.
O balanço refratométrico utiliza lentes auxiliares que dissociam a imagem (como prismas de Risley ou lentes polarizadas). O objetivo é equalizar o esforço acomodativo entre os dois olhos, garantindo que a prescrição final seja confortável e binocularmente equilibrada.
Identificado frequentemente pela sigla 'PH' (Pinhole), é uma lente auxiliar com um pequeno orifício central. Ele serve para diferenciar se uma baixa de acuidade visual é causada por erro refrativo (que melhora com o furo) ou por patologias orgânicas/não ópticas (que não melhora ou piora).
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