Refluxo Gastroesofágico Pediátrico: Mitos e Verdades

UFPI/HU-UFPI - Hospital Universitário do Piauí - Teresina (PI) — Prova 2020

Enunciado

Em relação ao refluxo gastroesofágico na população pediátrica, é INCORRETO afirmar:

Alternativas

  1. A) As regurgitações nos lactentes se tornam mais frequentes a partir do segundo ao quarto mês de vida com pico de incidência entre o quarto e quinto mês de vida.
  2. B) A maioria dos lactentes apresenta refluxo gastroesofágico fisiológico e não são necessários medicamentos.
  3. C) Distensão abdominal, vômitos biliosos e início dos vômitos após seis meses de vida são sinais de alarme em crianças com regurgitação ou vômito.
  4. D) Os procinéticos diminuem a frequência do relaxamento transitório do esfíncter esofágico inferior e induzem a cicatrização das lesões esofágicas.
  5. E) Em crianças maiores e adolescentes com sintomas típicos de doença do refluxo gastroesofágico, sem sinais de alerta, podem receber teste empírico terapêutico com inibidor da bomba de prótons por quatro semanas.

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