ICEPI - Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação (ES) — Prova 2022
Segundo o Caderno de Atenção Básica n 32 - Atenção ao Pré-Natal de Baixo Risco, analisar os itens abaixo: I. O número de consultas de pré-natal recomendado pela Organização Mundial da Saúde é, no mínimo, 6. II. As consultas deverão ser semanais até a 28º semana, quinzenais entre 28 e 36 semanas e mensais no termo. III. Não existe alta do pré-natal. Está(ão) CORRETO(S):
Pré-natal: OMS ≥ 8 consultas; frequência intensifica no 3º trimestre; não existe 'alta' formal, segue no puerpério.
As recomendações atuais da OMS para pré-natal de baixo risco são de no mínimo 8 contatos (consultas), com frequência que se intensifica no terceiro trimestre, e o acompanhamento se estende até o puerpério, não havendo uma 'alta' formal.
O pré-natal é um conjunto de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde da gestante e do feto, com o objetivo de garantir o bem-estar materno-infantil. As diretrizes são constantemente atualizadas por órgãos como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MS) para otimizar os resultados. Em relação aos itens apresentados: I. O número de consultas de pré-natal recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para gestações de baixo risco foi atualizado em 2016 para um mínimo de 8 contatos (e não 6). Portanto, o item I está incorreto. II. A frequência das consultas não é semanal até a 28ª semana. O padrão mais comum é mensal até a 28ª semana, quinzenal entre 28 e 36 semanas, e semanal a partir da 36ª semana até o parto. Assim, o item II está incorreto. III. Não existe alta formal do pré-natal. O cuidado com a mulher se estende ao puerpério, com consultas pós-parto que são cruciais para a recuperação materna, amamentação e planejamento familiar. Portanto, o item III está incorreto. Dessa forma, todos os itens estão incorretos, o que leva à alternativa D como gabarito. É fundamental que os profissionais de saúde estejam atualizados com as últimas recomendações para oferecer um pré-natal de qualidade.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), desde 2016, recomenda um mínimo de 8 contatos (consultas) para gestações de baixo risco, e não 6 como era a recomendação anterior.
A frequência das consultas aumenta conforme a gestação avança: geralmente mensal até 28 semanas, quinzenal entre 28 e 36 semanas, e semanal a partir de 36 semanas até o parto.
Não existe uma 'alta' formal do pré-natal. O acompanhamento da mulher continua no puerpério, com consultas pós-parto essenciais para a saúde materna, amamentação e planejamento familiar.
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