UNITAU - Universidade de Taubaté (SP) — Prova 2025
A Organização Mundial de Saúde tem expressado preocupação com a assistência ao parto, e recomendado práticas úteis a serem estimuladas em todos os serviços que prestam auxílio à parturiente. Dentre essas práticas, destaca(m)-se:
OMS recomenda: monitoramento TP com partograma e BCF intermitente para parto seguro e humanizado.
A OMS enfatiza práticas baseadas em evidências para um parto seguro e respeitoso. O uso do partograma para monitorar o progresso do trabalho de parto e a ausculta intermitente dos batimentos cardíacos fetais são essenciais para identificar desvios da normalidade e garantir o bem-estar materno-fetal, evitando intervenções desnecessárias.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem um papel crucial na promoção de práticas de assistência ao parto baseadas em evidências, visando garantir a segurança e o respeito à fisiologia do processo. Suas recomendações buscam reduzir intervenções desnecessárias e promover uma experiência de parto positiva para a mulher. Dentre as práticas essenciais recomendadas, destaca-se o monitoramento cuidadoso do progresso do trabalho de parto através do partograma, uma ferramenta gráfica que registra a dilatação cervical, descida fetal e dinâmica uterina. O monitoramento do bem-estar fetal é feito preferencialmente pela ausculta intermitente dos batimentos cardíacos fetais em gestações de baixo risco. A OMS desencoraja intervenções rotineiras como a amniotomia precoce, a episiotomia de rotina, a manobra de Kristeller e o uso da posição de litotomia, a menos que haja indicações clínicas específicas. O objetivo é promover um parto mais natural, com apoio contínuo à mulher e respeito às suas escolhas, sempre com a segurança materno-fetal em primeiro plano.
O partograma é uma ferramenta gráfica essencial para monitorar o progresso do trabalho de parto, identificando precocemente desvios da normalidade, como distocias, e auxiliando na tomada de decisões clínicas para evitar intervenções desnecessárias.
A ausculta intermitente é recomendada para a maioria das gestações de baixo risco, pois permite avaliar o bem-estar fetal sem as desvantagens do monitoramento eletrônico contínuo, como a maior taxa de intervenções e cesarianas.
A OMS desencoraja práticas rotineiras como a amniotomia precoce, a pressão no fundo uterino (Manobra de Kristeller), a transferência rotineira da parturiente e a posição de litotomia, a menos que haja indicação clínica específica.
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