USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2020
Mulher, 57 anos, hipertensa, diabética e portadora de varizes de membros inferiores. Notou surgimento de ferida em região de tornozelo esquerdo há 9 meses. A ferida aumentou progressivamente de tamanho, com presença de tecido desvitalizado no leito, muita exsudação e sem exposição óssea. Há 4 meses foi submetida a desbridamento e 3 ciclos de terapia por pressão negativa até obtenção de tecido de granulação exuberante, seguida de cobertura cutânea com enxerto de pele parcial. Houve integração adequada do enxerto e a ferida fechou por completo. Há 1 mês, paciente notou surgimento de nova ferida na mesma localização, que aumentou de tamanho e com perda de todo enxerto de pele. Não apresentava sinais de infecção local. Qual das causas melhor explica a recidiva da ferida?
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