Hanseníase Pós-PQT: Manejo de Lesões Persistentes

SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2017

Enunciado

Leia o caso clínico a seguir: Paciente com hanseníase dimorfa tuberculoide, do sexo masculino, concluiu há mais de três anos esquema de poliquimioterapia sem faltas. Observou então que os bordos de uma lesão antiga ficaram elevados e eritematosos. Não havia sintomas sistêmicos, nem acometimento neural. O médico que o atendeu optou por corticoterapia, pensando que estava diante de um quadro de reação reversa. Não houve boa resposta à corticoterapia. Com base no caso relatado, a melhor conduta seria:

Alternativas

  1. A) Iniciar a administração de talidomida.
  2. B) Fazer teste de Mitsuda.
  3. C) Realizar a biópsia e fazer baciloscopia. 
  4. D) Aguardar a evolução natural do quadro.

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