HSD - Hospital São Domingos (MA) — Prova 2022
Durante as manobras de reanimação neonatal, a administração de adrenalina pode ser necessária. Segundo o Programa de Reanimação Neonatal, a diluição e a dose a ser administrada por via IV, respectivamente são:
Reanimação neonatal: Adrenalina IV 1:10.000, dose 0,1-0,3 mL/kg.
Na reanimação neonatal, a adrenalina é indicada para bradicardia persistente (FC < 60 bpm) ou assistolia após ventilação e compressões torácicas adequadas. A via intravenosa (IV) é a preferencial, utilizando a diluição de 1:10.000, na dose de 0,1 a 0,3 mL/kg. É crucial seguir rigorosamente os protocolos para otimizar o resultado.
A reanimação neonatal é um conjunto de manobras essenciais para recém-nascidos que não estabelecem respiração e circulação adequadas ao nascimento. A administração de adrenalina é uma etapa crítica em casos de bradicardia persistente ou assistolia, após a otimização da ventilação e das compressões torácicas. Segundo as diretrizes do Programa de Reanimação Neonatal, a adrenalina deve ser administrada por via intravenosa (IV) na diluição de 1:10.000 (0,1 mg/mL). A dose recomendada para a via IV é de 0,1 a 0,3 mL/kg. É fundamental que a diluição e a dose sejam precisas para garantir a eficácia e minimizar os riscos de efeitos adversos, como hipertensão e arritmias. A via endotraqueal pode ser utilizada como alternativa se o acesso IV não estiver disponível imediatamente, mas é considerada menos eficaz e a dose é maior (0,5 a 1 mL/kg da diluição 1:10.000). O rápido estabelecimento do acesso venoso e a administração correta da adrenalina são cruciais para melhorar o prognóstico do recém-nascido em parada cardiorrespiratória.
A adrenalina é indicada quando a frequência cardíaca do recém-nascido permanece abaixo de 60 batimentos por minuto, apesar de 30 segundos de ventilação com pressão positiva e 60 segundos de compressões torácicas coordenadas.
A via intravenosa (IV), preferencialmente por cateter umbilical venoso, é a via de escolha para a administração de adrenalina na reanimação neonatal.
Embora a via IV seja preferencial, se não houver acesso IV, a adrenalina pode ser administrada via endotraqueal na diluição de 1:10.000, com dose de 0,5 a 1 mL/kg, mas essa via é menos eficaz e não é a primeira escolha.
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