Reanimação Neonatal: Conduta na Apneia e Bradicardia

Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2016

Enunciado

Dados maternos: 15 anos / 04 consultas de pré-natal / DUM: 30/03/2015 / USG (11/05/2015): 8 semanas. Doença hipertensiva específica da gestação (DHEG), em uso de metildopa 250 mg 8/8h nas últimas 2 semanas. Nega outras patologias na gestação. Uso de sulfato ferroso e ácido fólico na gestação. Sorologias 2º trimestre: HIV, VDRL, Hepatite B e C, Toxoplasmose - negativas. Rubéola e CMV imune.Dados do parto: Data: 02/12/2015, 22h; Parto: Cesárea/DHEG; Amniorrexe: 24h; Peso nascimento: 1980 g; IG (capurro): 37s.Logo ao nascer, o RN foi imediatamente avaliado pelo médico responsável pela assistência em sala de parto, que observou o seguinte quadro: FC: 80 bpm, apneia, hipotonia generalizada, ausência de reflexos e extremidades cianóticas. Foi mantido calor radiante sobre o RN, posicionada a cabeça de forma adequada e aspirado as vias aéreas, porém, ao final dos primeiros 30 segundos de vida o RN ainda mantinha o mesmo quadro. De acordo com o Programa de Reanimação Neonatal, qual deve ser a próxima conduta do médico?

Alternativas

  1. A) Compressões torácicas intercaladas com Ventilação sob Pressão Positiva (VPP), sem oxigênio complementar. 
  2. B) Compressões torácicas intercaladas com Ventilação Sob Pressão Positiva (VPP), com oxigênio complementar.
  3. C) Ventilação sob pressão positiva (VPP), sem oxigênio complementar e considerar monitorização da saturação de oxigênio.
  4. D) Ventilação sob Pressão Positiva (VPP), com oxigênio complementar e administração de adrenalina via cateter umbilical.

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