Reanimação Neonatal: Otimizando a Ventilação com Pressão Positiva

HR Presidente Prudente - Hospital Regional de Presidente Prudente (SP) — Prova 2022

Enunciado

Um recém-nascido prematuro, 35 semanas, estava em apneia após a extração pelo médico obstetra em um parto expulsivo. O médico que recebeu o bebê o levou ao berço de reanimação, realizou os passos iniciais em cerca de 30 segundos e avaliou o RN que permanecia sem movimentos respiratórios e com frequência cardíaca (verificada com estetoscópio em 6 segundos) de 6 batimentos. Foram iniciadas ventilação com pressão positiva com oxigênio a 21% e monitorização da criança. Após 30 segundos de ventilação com balão e máscara, a criança ainda está em apneia, a frequência cardíaca é de 120 batimentos por minuto (monitor) e saturação de O₂ de 78%. Diante desse quadro, a próxima conduta definida pelas diretrizes atuais de reanimação neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria é?

Alternativas

  1. A) Suspender a ventilação com pressão positiva, mantendo-se oxigênio inalatório devido aos valores baixos da oximetria.
  2. B) Manter ventilação com pressão positiva com oxigênio a 21%, procedendo-se a um estímulo tátil vigoroso do dorso do bebê e nova aspiração das vias aéreas.
  3. C) Manter ventilação com pressão positiva com oxigênio a 21%, checando-se a adaptação da máscara à face do RN.
  4. D) Aumentar a quantidade de oxigênio para 60% na ventilação com pressão positiva.
  5. E) Deve-se realizar intubação traqueal imediata para ventilação com oxigênio a 100%

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