UniEVANGÉLICA - Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2022
Utilizando como base o BLS/ACLS, como deve orientar sua equipe em vigência de uma parada cardiorrespiratória, visando a uma reanimação de qualidade?
Em PCR com via aérea avançada, RCP contínua + 1 ventilação a cada 6 segundos (10 ventilações/min).
As diretrizes de RCP de alta qualidade enfatizam compressões torácicas contínuas com ventilações a cada 6 segundos quando há via aérea avançada, para minimizar interrupções nas compressões. A frequência de compressão é de 100-120/min e profundidade de 5-6 cm.
A reanimação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade é a pedra angular do sucesso no manejo da parada cardiorrespiratória (PCR), conforme as diretrizes do BLS (Basic Life Support) e ACLS (Advanced Cardiovascular Life Support). A eficácia da RCP depende de compressões torácicas ininterruptas, com frequência e profundidade adequadas, e ventilações eficazes. As diretrizes atuais preconizam uma frequência de compressão de 100-120/minuto e profundidade de 5-6 cm em adultos, permitindo o retorno total do tórax entre as compressões. Quando uma via aérea avançada (tubo orotraqueal ou máscara laríngea) é estabelecida, as compressões torácicas devem ser contínuas, sem interrupções para ventilação, e as ventilações devem ser administradas a uma taxa de 1 a cada 6 segundos (aproximadamente 10 ventilações por minuto). A administração de adrenalina é crucial, sendo 1 mg IV/IO a cada 3-5 minutos. É um erro comum interromper as compressões para ventilar quando a via aérea avançada está presente, pois isso diminui a perfusão coronariana e cerebral. O treinamento contínuo e a adesão rigorosa às diretrizes são essenciais para otimizar os resultados da PCR.
A frequência das compressões deve ser de 100 a 120 por minuto, com uma profundidade de 5 a 6 cm em adultos, permitindo o retorno total do tórax após cada compressão.
Com via aérea avançada, as ventilações devem ser realizadas a uma frequência de 1 ventilação a cada 6 segundos (aproximadamente 10 ventilações por minuto), sem interrupção das compressões torácicas.
A adrenalina é administrada na dose de 1 mg IV/IO a cada 3-5 minutos durante a reanimação, independentemente do ritmo, para melhorar a perfusão coronariana e cerebral.
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