HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2022
Você encontra uma criança de, aproximadamente, nove meses de idade, cianótica e desacordada nos braços de sua mãe, que está desesperadamente pedindo socorro, em um espaço público. Existem apenas leigos no local, sendo você o único profissional de saúde qualificado para realizar um atendimento de emergência inicial no local. Após a verificação da segurança do local, quais os procedimentos indicados, de forma sistemática, segundo as atuais recomendações internacionais, que devem ser feitos na ordem em que são apresentados?
PCR pediátrica (1 socorrista) = Checar responsividade (pés) → Chamar ajuda → Checar pulso/respiração (10s) → C-A-B (30:2).
Em PCR pediátrica, a sequência para um único socorrista segue o protocolo C-A-B (Compressões, Via Aérea, Respiração). Após checar responsividade (nos pés do bebê) e pedir ajuda, a avaliação de pulso e respiração deve ser rápida (máx. 10 segundos). Se ausentes, iniciar imediatamente as compressões torácicas, seguidas das ventilações, na relação de 30 compressões para 2 ventilações.
O atendimento de emergência em pediatria, especialmente a reanimação cardiopulmonar (RCP) em bebês e crianças, é uma habilidade crítica para qualquer profissional de saúde. As diretrizes internacionais, como as da American Heart Association (AHA), fornecem um protocolo sistemático para maximizar as chances de sobrevida. Em um cenário de PCR pediátrica com um único socorrista, a sequência de ações é crucial. Primeiramente, verifica-se a segurança do local e a responsividade do bebê, preferencialmente com estímulos nos pés. Se o bebê estiver irresponsivo, deve-se solicitar ajuda para acionar o serviço médico de emergência. Em seguida, avalia-se rapidamente (em no máximo 10 segundos) a presença de pulso e respiração. Se ambos estiverem ausentes ou inadequados, a RCP deve ser iniciada imediatamente. O protocolo para um único socorrista segue a sequência C-A-B (Compressões, Via Aérea, Respiração). As compressões torácicas são iniciadas primeiro, seguidas pelas ventilações boca-a-boca, na relação de 30 compressões para 2 ventilações. É um erro comum iniciar com ventilações de resgate antes das compressões ou usar a relação 15:2, que é reservada para dois socorristas. Dominar essa sequência é fundamental para a prática e para as provas de residência.
Para checar a responsividade em um bebê, deve-se aplicar estímulos leves nos pés (calcanhares) ou na região plantar. Evite chacoalhar a criança. Se não houver resposta, o bebê é considerado irresponsivo.
Para um único socorrista em um bebê, a sequência é: checar responsividade, solicitar ajuda/acionar serviço médico, checar pulso e respiração (máx. 10 segundos), e iniciar RCP com compressões torácicas (30 compressões para 2 ventilações), seguindo o protocolo C-A-B.
Para um único socorrista em RCP pediátrica (bebê ou criança), a relação compressão-ventilação é de 30 compressões para 2 ventilações. A relação de 15 compressões para 2 ventilações é utilizada quando há dois ou mais socorristas.
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