RCP Pediátrica: Ventilação e Compressões Após Intubação

HOS/BOS - Hospital Oftalmológico de Sorocaba - Banco de Olhos (SP) — Prova 2024

Enunciado

Durante um plantão noturno em uma enfermaria pediátrica, ocorre uma parada cardiorrespiratória (PCR) de um lactente, com 14 meses de idade, consequência da deterioração clínica de um quadro de bronquiolite. O pediatra e o enfermeiro iniciam as manobras de ressuscitação com compressões cardíacas e ventilações com bolsa e máscara em uma relação de 30 compressões para 2 ventilações. Não obtendo sucesso, a criança foi rapidamente entubada e as compressões foram mantidas em uma frequência de 120 a 140 movimentos por minuto, e as ventilações em uma frequência de 1 a cada 3 a 5 segundos, não sincronizadas. As compressões torácicas tinham profundidade de cerca de 2 cm (1/4 do diâmetro do tórax). Após a chegada do monitor (cerca de 5 minutos de PCR), o pediatra constata o ritmo de assistolia e instrui a equipe para manter mais dois minutos de reanimação cardiopulmonar, para, então, administrar uma dose de epinefrina. Não houve sucesso na reanimação. Durante o debriefing com a equipe, identificam-se as falhas do processo de reanimação. Assinale a alternativa com a ação correta, de acordo com as orientações atuais, realizada durante o atendimento à PCR desse lactente.

Alternativas

  1. A) Início imediato da reanimação com 30 compressões para cada 2 ventilações.
  2. B) Frequência das compressões torácicas após a intubação.
  3. C) Frequência da ventilação após a intubação.
  4. D) Não sincronização entre compressões e ventilações após a intubação.
  5. E) Tempo para a administração da epinefrina.

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