UNESC - Centro Universitário do Espírito Santo — Prova 2026
Em relação à reanimação cardiopulmonar em crianças, podemos afirmar que:
RCP Pediátrica → Compressões = Rápidas, fortes, mínimas interrupções, reexpansão completa do tórax.
As compressões torácicas eficazes na RCP pediátrica são cruciais para o sucesso da reanimação, devendo ser realizadas com força e rapidez adequadas, permitindo a completa reexpansão do tórax entre as compressões e minimizando interrupções.
A reanimação cardiopulmonar (RCP) em crianças apresenta particularidades importantes em relação aos adultos, principalmente devido às causas mais comuns de parada cardiorrespiratória (PCR) na população pediátrica, que frequentemente são de origem respiratória ou circulatória. A qualidade das compressões torácicas é um fator determinante para o desfecho da RCP, sendo fundamental que os profissionais de saúde dominem a técnica correta. As diretrizes atuais enfatizam a importância de compressões torácicas de alta qualidade: devem ser realizadas com profundidade adequada (aproximadamente um terço do diâmetro anteroposterior do tórax, cerca de 4-5 cm para lactentes e crianças), com uma frequência de 100 a 120 compressões por minuto, permitindo a completa reexpansão do tórax após cada compressão e minimizando as interrupções. A sequência de atendimento em PCR pediátrica geralmente prioriza as compressões torácicas (C-A-B), diferentemente da abordagem inicial em adultos que pode focar mais em vias aéreas. O acesso intraósseo é uma via crucial para a administração de medicamentos e fluidos quando o acesso venoso periférico é difícil.
Compressões torácicas eficazes em crianças devem ser rápidas (100-120/min), fortes (aproximadamente 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax), com mínimas interrupções e permitindo a completa reexpansão do tórax.
O acesso intraósseo é a via preferencial para administração de medicamentos e fluidos em crianças em PCR quando o acesso venoso periférico não é rapidamente estabelecido, sendo uma alternativa rápida e segura.
Sim, o desfibrilador externo automático (DEA) pode e deve ser usado em crianças, preferencialmente com pás e doses pediátricas. Se não disponíveis, as pás de adulto podem ser usadas, garantindo que não se toquem.
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