FMP/UNIFASE - Faculdade de Medicina de Petrópolis (RJ) — Prova 2021
A respeito das reações adversas relacionadas à transfusão dos componentes sanguíneos podemos afirmar que:
Reação alérgica leve à transfusão → interromper, tratar sintomas, se resolver, reavaliar e considerar reiniciar.
As reações alérgicas leves à transfusão são comuns e geralmente respondem bem ao tratamento com anti-histamínicos. A possibilidade de reiniciar a transfusão após a resolução dos sintomas é uma característica importante que as diferencia de reações mais graves.
As reações transfusionais são eventos adversos que podem ocorrer durante ou após a transfusão de componentes sanguíneos, variando em gravidade de leves a potencialmente fatais. O reconhecimento rápido e o manejo adequado são cruciais para a segurança do paciente. A compreensão dos diferentes tipos de reações, suas causas e fisiopatologia é fundamental para todos os profissionais de saúde envolvidos na prática transfusional. As reações são classificadas como imediatas ou tardias, e imunológicas ou não imunológicas. A reação transfusional febril não hemolítica é a mais comum, enquanto a reação hemolítica aguda e a TRALI são as mais graves. As reações alérgicas são frequentes e podem variar de leves (urticária, prurido) a anafiláticas, exigindo abordagens distintas. O manejo de uma reação transfusional começa com a interrupção imediata da infusão e a avaliação do paciente. O tratamento é sintomático e de suporte, dependendo do tipo e gravidade da reação. A notificação ao banco de sangue é obrigatória para investigação e prevenção de futuros eventos. A profilaxia, como a pré-medicação em pacientes com histórico de reações alérgicas, pode ser considerada.
As reações transfusionais podem ser classificadas como imunológicas (hemolítica aguda/tardia, febril não hemolítica, alérgica, anafilática, TRALI, DECH) ou não imunológicas (sobrecarga circulatória, hipotermia, hipercalemia, sepse).
A primeira medida é interromper imediatamente a transfusão, manter o acesso venoso com soro fisiológico, avaliar o paciente e notificar o banco de sangue para investigação.
Reações leves (prurido, urticária) podem ser tratadas com anti-histamínicos e a transfusão pode ser reiniciada. Reações graves (anafilaxia, broncoespasmo, hipotensão) exigem interrupção definitiva e tratamento de emergência.
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