Reação Febril Não Hemolítica: Diagnóstico e Manejo Pós-Transfusão

INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2024

Enunciado

Um escolar de 9 anos, portador de anemia falciforme, politransfundido, encontra-se internado há 3 dias devido a uma crise álgica. Evoluiu com melhora da dor e estava afebril e estável clinicamente. Em hemograma, obteve-se hemoglobina de 5,8 g/dL e hematócrito de 16,5%. Iniciou-se transfusão de concentrado de hemácias desleucocitadas e fenotipadas. Quase ao término da transfusão, o menino passa a apresentar febre de 38,4 °C, calafrios, dor no local do acesso e nos flancos e epistaxe, mantendo-se com estabilidade hemodinâmica, acianótico, anictérico e sem outras alterações ao exame físico. A radiografia de tórax está sem alterações.Nesse caso, o que provavelmente está acontecendo é uma

Alternativas

  1. A) sobrecarga circulatória associada à transfusão.
  2. B) lesão pulmonar aguda relacionada à transfusão (TRALI).
  3. C) reação febril não hemolítica.
  4. D) hemólise aguda.

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