Hanseníase Dimorfa: Manejo da Reação Reversa (Tipo 1)

Faculdade de Medicina de Marília — Prova 2024

Enunciado

Mulher de 27 anos é avaliada em consulta de retorno. O tratamento para hanseníase tuberculoide dimorfa (boderline) foi iniciado há 6 meses com dapsona e rifampicina. A paciente então evolui com queixa de agravamento das lesões cutâneas, agora mais eritematosas, com piora da dor neurítica com fraqueza na mão esquerda. Ela está afebril e o hemograma completo e o exame de urina estão normais. Nesse momento, qual a intervenção terapêutica mais adequada?

Alternativas

  1. A) Manter o tratamento e adicionar ofloxacina e claritromicina.
  2. B) Manter o tratamento e realizar biópsia com cultura de uma das lesões cutâneas.
  3. C) Retirar a rifampicina e iniciar talidomida.
  4. D) Retirar a rifampicina e adicionar clofazimina e prednisona.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo